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sábado, 26 de maio de 2012

Cigano nocauteia Mir, vinga Minotauro e mantém o título dos pesos-pesados


O brasileiro Junior Cigano teve duas vezes a oportunidade de vencer o homem que sobrepujou seu mestre e mentor Rodrigo Minotauro. Na primeira, ele venceu Cain Velásquez, que havia batido seu mestre e amigo por nocaute, e conquistado o cinturão dos pesos pesados do UFC. Na segunda, esta noite, a missão era duplamente difícil: manter o cinturão e devolver aFrank Mir as duas derrotas impostas a seu mentor - um nocaute e uma finalização. E Cigano, mais uma vez, fez o que se esperava dele. Com um direto uma sequência de golpes, ele derrotou Mir por nocaute aos 3m04s do segundo round no MGM Grand, em Las Vegas, defendendo pela primeira vez o seu título e, mais importante, honrando seu mestre diante de seu algoz justamente no Memorial Day, o feriado americano dedicado à lembrança dos soldados do país mortos em combate.
UFC146 junior cigano frank mir (Foto: Agência Getty Images)Cigano nocauteou Frank Mir no UFC 146 e manteve o cinturão dos pesos-pesados (Foto: Getty Images)
- Eu me sinto sensacional. É uma sensação maravilhosa. Minotauro é um tremendo lutador, e Mir é um ótimo lutador. Essa luta é entre eles. Eu vim aqui para defender o meu título, e fiz isso. Me surpreendeu o quanto ele consegue aguentar. Quero agradecer à galera de Salvador e de Caçador! Também quero agradecer ao meu amigo Breno, que veio aqui comigo. Essas pessoas passam por tantas dificuldades que merecem ter um momento de alegria - disse Cigano antes de levantar o menino nos ombros no centro do octógono.
Com a vitória, Junior Cigano se torna o primeiro peso pesado do UFC a defender seu cinturão desde Brock Lesnar, que manteve o título no UFC 116 contra Shane Carwin após conquistá-lo diante do mesmo Frank Mir, no UFC 100. Além disso, Cigano mantém o Brasil como o país com o maior número de cinturões do UFC - três - ao lado dos EUA (o Canadá possui um) e, de quebra, impediu que Mir conquistasse o título dos pesados do UFC pela terceira vez, igualando-se à lenda Randy Couture, o único a conseguir o feito.
- Ele é o campeão, ele é rápido e não consegui sair do seu raio de alcance. Foram muitos golpes, e eu não pude fazer nada. Ele é muito perigoso. Seria muito difícil derrubá-lo, e mesmo que eu não quisesse a luta em pé, não tive como evitar que acontecesse - disse Frank Mir
A luta
O combate começou com Mir tentando, sem sucesso, levar Cigano para o chão. O brasileiro aplicou alguns jabs, acertando o rosto do americano, mas sem muita potência. Cigano manteve a variação de golpes entre corpo e rosto, impedindo Mir de saber onde seria feito o ataque seguinte. A cerca de 15 segundos do fim do primeiro round, Cigano acertou um bom direto de direita, que abalou o americano. O campeão aproveitou e desferiu uma boa sequência de golpes, mas Mir resistiu ao castigo até o fim do round.
UFC146 junior cigano frank mir (Foto: Agência AP)Frank Mir sente um golpe de Cigano e quase cai. Brasileiro foi muito superior no boxe (Foto: Agência AP)
No fim do intervalo entre os rounds, Cigano comemorou ao ser mostrado pelo telão antes do reinício da luta.
O segundo round começou de forma semelhante ao primeiro, mas com Cigano mais confiante e aplicando golpes certeiros. Mir chegou a cair no chão, esperando que Cigano fosse para lá para tentar golpeá-lo, mas o brasileiro o deixou levantar para recomeçar a luta em pé. Mantendo seu plano de luta, o campeão acertou mais dois golpes fortes no americano, que caiu novamente e, desta vez, foi castigado pelo brasileiro. Mesmo tentando agarrar o braço do brasileiro, Mir já mostrava estar praticamente fora da luta. Com mais dois golpes com Mir caído, Cigano obrigou Herb Dean a encerrar o combate, decretando o nocaute técnico de Frank Mir, e a manutenção do cinturão para o brasileiro

Em luta sangrenta, Pezão leva nocaute de Cain Velásquez em estreia no UFC


A estreia de Antônio Pezão no UFC não foi como ele esperava. O brasileiro sofreu um corte profundo no supercílio logo no início da luta e, sem enxergar quase nada por conta do sangue que jorrava, levou um nocaute técnico de Cain Velásquez ainda no primeiro round do co-evento principal do UFC 146, neste sábado, em Las Vegas. O americano, ex-campeão peso-pesado da organização, credenciou-se como um dos possíveis próximos desafiantes ao cinturão, que perdeu para Junior Cigano em novembro passado.
UFC146 Cain Velasquez Antonio Silva (Foto: Agência Getty Images)Cain Velásquez aplica sequência de golpes para cima de Antônio Pezão (Foto: Agência Getty Images)
Foi a quarta derrota na carreira de Pezão, de 32 anos, que tem 16 triunfos no total. Ele vinha de uma vitória significativa sobre o russo Fedor Emelianenko e uma derrota para Daniel Cormier, ambas no Strikeforce. Velásquez, por sua vez, conquistou o décimo resultado positivo em seu cartel, contra apenas um revés, extamente para Cigano.
- Tentamos ir lá e dar nosso melhor. Óbvio que você não quer que seu oponente se machuque, quer que o árbitro pare a luta. Mas o Pezão é lutador muito duro. É parte do trabalho - disse o lutador de origem mexicana após o duelo.
A luta: muito sangue já no começo
A primeira ação de Pezão, com dez segundos de luta, foi um chute baixo. Muito ligado, Velásquez aproveitou, pegou o pé do brasileiro e conseguiu a queda. Por cima, aplicou diversos socos e uma cotovelada no supercílio que fez jorrar muito sangue do rosto de Pezão. O corte foi tamanho que o árbitro Josh Rosenthal pausou o combate para o atendimento médico. De volta à posição onde o duelo havia parado, Velásquez seguiu dominando e encaixando socos até que o árbitro interrompeu a luta de vez, dando vitória por nocaute técnico ao americano, aos 3m36s do primeiro round.

Marcha das Vadias reúne centenas com pouca roupa na Avenida Paulista


Centenas de pessoas se reuníram neste sábado (26) na Avenida Paulista para a segunda edição da Marcha das Vadias, protesto contrário ao machismo que teve origem no Canadá e se espalhou pelo mundo.
Segundo pessoas que participaram da organização, às 13h30 o ponto escolhido para o início da passeata já reunía mais que as cerca de 300 pessoas que participaram no ano passado.

Policiais que acompanhavam a movimentação no canteiro central da Paulista estimaram a participação de cerca de 200 pessoas no mesmo horário, mas o número parecia crescer a cada minuto com a chegada de mais gente.
Algumas participantes do protesto marcharam com os seios de fora ou vestindo lingerie, exigindo liberdade na maneira de se vestir (Foto: Fábio Tito/G1)Algumas participantes do protesto marcharam com os seios de fora ou vestindo lingerie, exigindo liberdade na maneira de se vestir (Foto: Fábio Tito/G1)
O grupo se reuniu no canteiro entre a Rua da Consolação e a Bela Cintra, para pintar cartazes e os corpos de mulheres e homens que se juntaram à causa. Depois, o planejado era descer a Rua Augusta em direção ao Centro e terminar o trajeto na Praça da República.
Jovens se pintam antes do início da marcha (Foto: Fábio Tito/G1)Jovens se pintam antes do início da marcha (Foto:
"A gente escolheu a Augusta por ser justamente um local de prostituição, onde as mulheres costumam sofrer preconceitos", explicou Maiara Moreira, estudante de História que participou da organização do evento, feita pelo Facebook. Segundo ela, a marcha não tem uma organização estabelecida, mas foi feita espontaneamente pela internet por diversos apoiadores.
Em 2011, o protesto também desceu a Augusta e parou em frente ao clube de comédia stand-up Comedians, por conta de um comentário do comediante Rafinha Bastos que foi considerado preconceituoso. Bastos é um dos donos do estabelecimento.O evento em São Paulo criado no Facebook tinha mais de 1.500 presenças confirmadas, segundo Maiara.
"De um ano para cá, as marchas se espalharam pelo Brasil. Este ano, acho que tem um contexto mais político. A internet tem ajudado a popularizar o que é o feminismo", afirma Bruna Provazi, jornalista e integrante do movimento Marcha Mundial das Mulheres, que tem representação em 53 países.
Segundo Maiara, um dos proósitos da marcha este ano é pedir mais debate sobre a Medida Provisória nº 557, que tramita no Congresso. Ela institui o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera (mulher que deu à luz recentemente) para Prevenção da Mortalidade Materna. "Esse sistema pode agir como uma forma de monitorar abortos ilegais, e achamos que ele precisa ser mais discutido", diz.
Oficina de cartazes foi feita na Avenida Paulista (Foto: Fábio Tito/G1)Oficina de cartazes foi feita na Avenida Paulista (Foto: 

Sábado quente na GP2 e na GP3



Após o treino classificatório da Fórmula 1, a GP2 e a GP3 entraram na pista. E enormes acidentes marcaram as corridas das duas categorias. Primeiro na GP2, uma batida na subida do Cassino tirou 10 carros da prova, incluindo o brasileiro Felipe Nasr, que decolou e quase capotou. Depois, na GP3, um choque ainda mais assustador: o russo Dimitry Suranovich fechou duas vezes o americano Conor Daly, que atingiu sua traseira e decolou. Por sorte, nenhum dos pilotos envolvidos e nem os fiscais de pista ficaram feridos. Assistam.

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Mina terrestre explode e mata pessoa na fronteira entre Chile e Peru


Mina; explosão; mina; chile; carro (Foto: AFP PHOTO/FRANCESCO DEGASPERI)

Uma mina terrestre anti-tanque explodiu neste sábado (26) a 1.660 km da capital chilena Santiago. Segundo as autoridades, o artefato destruiu um carro que passava por região próxima a Los Escritos, em Arica, na fronteira entre Chile e Peru, e matou a pessoa ocupante. Milhares de dipositivos semelhantes foram instalados durante a ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990) na fronteira entre os países   (Foto: AFP PHOTO/FRANCESCO DEGASPERI)
Mina; explosão; mina; chile; carro; peru (Foto: FRANCESCO DEGASPERI / AFP)Autoridades removem veículo destruído por mina terrestre. Desde 2002, cerca de 14.000 minas foram retiradas da região  (Foto: FRANCESCO DEGASPERI / AFP)

Aluno de escola britânica é expulso após fazer bolo de 'maconha' na aula


Um rapaz de 14 anos foi expulso da escola onde estudava, na Grã-Bretanha, após fazer bolos contendo maconha durante uma aula de culinária.
Outros quatro alunos de sua turma no All Saints College, em Newcastle, comeram os bolos e acabaram sendo suspensos.
Os chamados 'bolos espaciais' podem conter maconha ou haxixe (Foto: BBC)Os chamados 'bolos espaciais' podem conter maconha ou haxixe (Foto: BBC)
Assim que ficou sabendo do que havia ocorrido, a escola chamou a polícia e os paramédicos e os alunos foram levados para o hospital para passar por exames.
O jovem que fez o brownie foi preso e, mais tarde, libertado após pagar fiança.
'Substância ilícita'
A escola disse que incidentes como este precisam ser levados a sério.
"Um aluno trouxe uma substância ilícita para a escola. Acreditamos que, como parte de uma brincadeira boba, ele fez o que eles chamam de 'space cakes' (bolos espaciais) durante a aula de tecnologia de alimentos", disse a diretora da escola, Lesley Craig.
"Jovens experimentam coisas que talvez não devessem. Acreditamos que temos de fazer tudo em nosso poder para lidar com essas situações da melhor maneira possível, mas no século 21, há muitas tentações para as crianças."

Cadela adota filhote de gato em Pains, no Centro-Oeste de MG


Cadela adota filhote de gato em Pains, MG (Foto: Carina Pereira)Cadela adotou filhote de gato em Pains
(Foto: Carina Pereira)
É comum a rivalidade entre cães e gatos, mas em Pains, no Centro-Oeste do estado, essa realidade é bem diferente. A cadela Crika, que nunca procriou, adotou um filhote de gato e eles vivem em perfeita harmonia na casa de Maria Judite Duque, dona da cadela.

Maria encontrou o gatinho no quintal e com dificuldades para se locomover. “Assim que ele apareceu aqui em casa ela já o adotou. Onde o filhote vai a Crika vai atrás”, contou Maria.

Além de cuidar, Crika amamenta o gato. “Se ele quer mamar, vai para uma caixa improvisada no quintal de casa e a Crika vai lá cumprir o dever de mãe. Parece inacreditável, mas a cadela tem leite sim”, afirmou Judite.
Ainda sem nome, o gato convive com outros animais da casa como galinha, papagaio e outros cães. “Ele não tem nome ainda não, pois não sei se é macho ou fêmea. Mas na hora de dar um nome tem que ser um bem ‘pititico’ para combinar com o bichinho", disse.

Quem não está gostando nada dessa situação é a Meg, mãe da Crika. “A vovó adotiva do gatinho fica com ciúmes e late muito enquanto a Crika amamenta. Ela sabe que o gato não pode ser filhote dela não é mesmo?”, finalizou Judite.
Crika amamenta o gato mesmo sem nunca procriar (Foto: Carina Pereira)Crika amamenta o gato mesmo sem nunca ter procriado (Foto: Carina Pereira)

Thor: ‘Sei que eu vou servir de exemplo’


Thor deixa a autoescola onde faz o curso de reciclagem para motoristas infratores
Thor deixa a autoescola onde faz o curso de reciclagem para motoristas infratores Foto: Urbano Erbiste
Marcelo Dias
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Bermuda estampada, blusa cinza comprida e tênis sem meia. Pelo visual despojado, poderia ser mais um jovem de 18 anos em suas primeiras aulas de direção, lembrando em nada o feliz condutor de um Ferrari 458 Italia ou de um Mercedes SLR McLaren. Matriculado desde sexta-feira passada numa autoescola em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, Thor Batista assistiu a uma hora e 40 minutos de aula do curso de reciclagem para motoristas no fim da tarde desta sexta-feira (25).
Com o direito de dirigir suspenso por um ano desde o último dia 17, por ordem judicial, o filho do bilionário Eike Batista pede para não falar sobre a morte de Wanderson Pereira dos Santos, atropelado por ele com um SLR McLaren em 17 de março, na BR-040 (Rio-Petrópolis). Mas o herdeiro da maior fortuna do Brasil sabe e admite que servirá de exemplo no trânsito.
— Não posso falar sobre isso porque a juíza (Daniela Barbosa Assumpção de Souza, da 2 Vara Criminal de Duque de Caxias) está em cima. Sei que eu vou servir de exemplo e a gente vai trabalhar em cima disso, mas só vou falar sobre o que vamos fazer depois. Nem o Twitter tenho usado — disse ele, pouco antes de começar a aula.
A autoescola parece ter sido escolhida a dedo. Discreta, fica no subsolo de uma galeria comercial pouco frequentada. O estabelecimento, aliás, não está na lista dos que oferecem cursos de reciclagem no site do Detran.
Aluno aplicado, segundo o instrutor Henrique Lemos, Thor está sempre com três seguranças à paisana, que o aguardam do lado de fora. Na sala de aula, não anota nada. Só presta atenção:
— Por ser quem é, o Thor me surpreendeu. Ele veio no dia seguinte ao que entregou a carteira no Detran, interage e tira dúvidas em vez de ficar só navegando em redes sociais. Ele tem assistido a até três horas de aula por dia, fora o fato de que também gosta de carros, o que ajuda ajuda bastante.
De acordo com o Detran, Thor tem que frequentar um curso de reciclagem para condutores infratores e fazer, no fim, uma prova com pelo menos 30 questões. Mantida a suspensão de um ano determinada pela Justiça, ele poderá pedir a habilitação de volta em 17 de maio de 2013.
O curso tem 30 horas de aulas teóricas, sem teste prático, e é dividido assim: 12 horas sobre a lei de trânsito, oito horas sobre direção defensiva (com orientações para evitar acidentes), quatro horas com noções de primeiros socorros e seis horas sobre comportamento dos condutores no tráfego.
Thor pagou R$ 500 pelo curso e, para ser aprovado, terá de ir a todas as aulas e acertar 70% da prova final. Se for reprovado, poderá refazer o exame cinco dias depois. Se fracassar, terá uma nova chance no mesmo prazo. Reprovado pela terceira vez, o rapaz precisará fazer o curso de novo.


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/thor-sei-que-eu-vou-servir-de-exemplo-5029132.html#ixzz1w0KaYSAo

Menina de 9 anos denuncia abuso após ver desabafo de Xuxa


O depoimento de Xuxa ao ‘Fantástico’, estimulou uma menina de 9 anos a relatar abuso sexual
O depoimento de Xuxa ao ‘Fantástico’, estimulou uma menina de 9 anos a relatar abuso sexual
Roberta Hoertel
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Apenas dois dias após a exibição do "Fantástico" em que Xuxa Meneghel contou ter sofrido abuso sexual na infância, a menor X., de 9 anos, — fã da apresentadora — resolveu revelar seu problema. Em confissão a uma amiga na escola, disse que tinha passado pelo mesmo caso da Rainha dos Baixinhos. A família foi avisada pelo colégio, e o abuso foi confirmado por um piscólogo, que ouviu a menina.
— Ela gosta muito da Xuxa. Viu o programa e se encorajou a contar — explica a mãe da criança, que estuda em uma escola particular do Rio de Janeiro.
História foi parecida
A história foi semelhante à de Xuxa. Aproveitando-se da intimidade com a criança, o companheiro da sua avó materna a levava para casa, dizendo que cuidaria dela. Os momentos em que estavam sozinhos eram usados para abusar de X. O suspeito foi ainda mais ousado: chegou a acariciar a meninar com a companheira em casa.
Segundo o delegado Marcello Maia, da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV), é fundamental que os pais fiquem atentos a mudanças no comportamento da criança que possam caracterizar o abuso. Com o relato, os pais devem imediatamente procurar a delegacia, onde a vítima será ouvida por profissionais especializados, evitando maiores traumas.
— Os pedófilos não podem controlar seus próprios impulsos, por isso a importância de prendê-los e tirá-los do convívio social — explica.
Crescem as denúncias de abuso
Segundo dados dos diversos órgãos que recebem e acolhem vítimas de abusos sexuais, o número de casos com menores de idade tem crescido continuamente.
Na semana passada, policiais da DCAV prenderam mais um acusado de estupro. Com o pretexto de aliviar dores nas costas, massageando a neta de sua companheira, o acusado a deitava na cama e tirava sua roupa.
Segundo o relato da menor, a cena ocorreu diversas vezes durante três meses. Na época com 7 anos, a menina desconfiou do pedido de sigilo sobre as massagens e questionou a mãe se "massagens eram feitas daquela maneira". A confissão da menor resultou em dez anos de prisão para o pedófilo.


Vento tira do chão avião estacionado. Veja o vídeo


Extra Online
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Se você tem medo de viagens de avião, pense mellhor antes de assistir ao vídeo acima. Segundo informações do jornal “Daily Mail”, os ventos de mais de 110 km/h conseguiram levantar a aeronave estacionada em Los Angeles, na Califórnia.
O vídeo foi publicado no YouTube na quinta-feira, mesmo dia em que as imagens foram capturadas. Ainda de acordo com o “Daily Mail”, no dia seguinte a aeronave havia girado 45 graus em relação à posição inicial.
O avião está fora de circulação, abandonado. Os motores e diversas outras peças do interior já foram retiradas para reutilização, o que pode explicar a leveza da aeronave. A mesma tempestade registrada no vídeo foi responsável pela destruição de telhados e cortes de energia na região.


Por que crescemos tão pouco


O brasileiro está cansado de remar num barco travado por uma âncora pesada. É hora de o país fazer as reformas que permitam crescimento mais elevado e sem sobressaltos


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Reprodução (Foto: Reprodução)
Uma das imagens mais eloquentes para o esforço, na literatura brasileira, foi criada pelo cronista Nélson Rodrigues. Quando se referia a alguém que suava em busca de um objetivo, ele escrevia: “Trabalhou como um remador de Ben-Hur”. O protagonista do filme estrelado por Charlton Heston é um rico negociante judeu que, com a dominação romana na Galileia, torna-se escravo e é obrigado a remar exaustivamente numa galera. Diante da notícia do crescimento de apenas 2,7% na economia brasileira em 2011, divulgada na semana passada, o brasileiro que trabalha duro se sentiu pior que o remador de Ben-Hur. A barca em que nos esfalfamos diariamente, além de pesada, é travada por uma âncora, por isso dificilmente sai do lugar. O índice de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) não é apenas um número abstrato que os economistas calculam, os políticos divulgam e os analistas discutem. Dele depende, em última análise, nossa vida. Os aumentos e as promoções que recebemos no trabalho e também as novas oportunidades de emprego. Pensando na barca, e não apenas no remador, ele influencia também a ascensão dos brasileiros mais pobres e a redução de uma infinidade de problemas, da mortalidade infantil à violência urbana.  
Para nós, seria bom que a economia avançasse entre dois limites de velocidade importantes. O limite mínimo é 3% ao ano, fundamental para criar o cerca de 1,5 milhão de empregos anuais necessários apenas para absorver os novos profissionais que entram no mercado de trabalho. Também precisamos superar esse limite mínimo para tirar mais e mais brasileiros da miséria e da pobreza – apesar da melhora dos últimos anos, ainda há quase 50 milhões de pessoas nessa situação. Se o país crescer em ritmo inferior a esse limite, como ocorreu em 2011, não estará avançando, e sim arrastando-se, sem conseguir se aproximar do tão sonhado destino de se tornar uma nação desenvolvida.
O limite máximo, conhecido entre os economistas como “PIB potencial”, mostra o ritmo em que o país pode acelerar sem explodir o motor – sem que a inflação dispare. Há dois anos, acreditava-se que ele passava dos 5%. Um número crescente de economistas vem duvidando desse número. Como o Brasil já vem se expandindo, mas investe pouco na capacidade de produção futura – infraestrutura e capacitação da força de trabalho –, o PIB potencial pode girar em torno de 4% ao ano, talvez menos. O país precisa elevar esse limite. Mas a pergunta que todos se fazem é: “Por que é tão difícil crescer, mesmo nessa faixa pouco ambiciosa?”.
A crise global representa, neste momento, uma resposta tão fácil quanto enganadora. A crise realmente atrapalha os planos de todos, de pequenos empresários aos governos mais poderosos do mundo. Todos os países tentam comprar menos e vender mais, e isso torna o mercado pior para todos. Mas a crise não impediu que países em nível de desenvolvimento parecido com o nosso, como Argentina, México ou Turquia, andassem mais rapidamente (leia na tabela abaixo). O Brasil cresceu menos do que precisava em parte por causa da crise, mas principalmente por seus próprios pecados – o governo federal vem protelando uma lista de mudanças que têm de ser feitas para que o país possa continuar avançando. “Já fizemos algumas reformas importantes desde a década de 1990, como a abertura comercial, as privatizações, o Plano Real e a melhor distribuição de renda. Essas reformas dão a possibilidade de o país crescer mais. Mas falta fazer algumas coisas”, diz José Alexandre Scheinkman, brasileiro e professor de economia na Universidade Princeton, nos Estados Unidos. Scheinkman e vários outros economistas ouvidos por ÉPOCA (leia nos quadros nesta reportagem) destacaram os principais entraves na corrida pelo crescimento – e sugeriram algumas maneiras de superá-los. Eles se encadeiam como os elos da corrente de ferro que ilustra a capa desta edição – elos que precisam ser removidos para libertar os brasileiros, em sua corrida rumo ao time dos países desenvolvidos.
PARA O FUTURO Linha de montagem de peças para navios na Coreia do Sul. O país cresce apoiado em alto investimento na capacidade de produzir (Foto: Jo Yong hak/Reuters)
AUMENTAR O NÍVEL DE INVESTIMENTOA economia de um país avança de modo equilibrado quando se apoia em duas pernas – consumo e investimento. O consumo exige investimento maior para elevar a produção e a oferta de mercadorias. E o investimento permite produzir mais e atender o consumo futuro. Se uma perna avança, é fundamental que a outra avance também. Investimento demais sem consumo correspondente gera a suspeita de que os projetos, como novos prédios de escritórios, fábricas, usinas de energia e estradas, não se pagarão no futuro. Essa suspeita recorrente pesa sobre a China, onde o nível de investimento corresponde a quase 50% do PIB – e os cidadãos compram pouco. O Brasil sofre do mal oposto. Os cidadãos e as empresas vêm consumindo mais, mas nossa taxa de investimento está próxima de 18% do PIB, nível inferior à faixa de 20% a 25% considerada saudável para garantir o crescimento futuro sem inflação. A taxa vem crescendo desde 2003, mas muito lentamente. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, prevê que ela passe dos 20% neste ano e atinja 24% em 2014. Ele fez a mesma previsão no ano passado, mas ela não se confirmou.“O Brasil investe pouco porque o governo perdeu a capacidade de poupar, por causa do crescimento dos gastos correntes desde a Constituição de 1988”, diz o economista Edmar Bacha, um dos criadores do Plano Real e diretor do Instituto de Estudos de Política Econômica. “No setor privado, o investimento é baixo por causa da carga tributária sufocante e do alto custo do capital.”
Nesse cenário, o governo tem dois papéis. Primeiro, sem tirar um tostão do
bolso, ele pode criar condições atraentes para que o setor privado invista em setores em que o país é frágil, como aeroportos, portos e energia. Seria preciso formular regras claras e tirar do papel, também, as reformas tributária e trabalhista – removendo, assim, bolas de ferro gigantes atadas à canela do setor privado. O primeiro passo nessa direção foi a reformulação das aposentadorias do setor público, aprovada na semana passada. É, no entanto, uma medida para o futuro. De acordo com cálculos otimistas, ela só liberará mais recursos para investimento dentro de no mínimo dez anos. A reforma trabalhista – tremendamente necessária desde que a Constituição de 1988 encareceu enormemente a mão de obra brasileira – continua no papel.
Segundo, o Poder Público tem de investir mais por conta própria. Isso só é possível quando o governo consegue poupar. A solução, nesse ponto, seria um aumento de eficiência, de preferência combinado a um corte de gastos (leia mais sobre isso no próximo item). Quem fez isso de modo exemplar foi a Coreia do Sul, que tem mantido seu ritmo de investimento em 27% do PIB, ano após ano. Trata-se de uma taxa alta, mas não absurda. O resultado foi a disparada dos coreanos rumo ao topo de todos os rankings internacionais de eficiência, competitividade e educação. Elevar o investimento público depende, portanto, de uma solução anterior: aumentar a poupança pública.
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O GOVERNO TEM DE GASTAR MENOS E MELHOR 
Além de gastar muito, o governo brasileiro gasta mal. Não consegue resultado de alta qualidade em segurança, educação ou procedimentos burocráticos. A boa pesquisa básica feita no país tem poucas consequências na criação e difusão de novas tecnologias. Com educação ruim e pouca tecnologia à disposição, o trabalhador brasileiro produz menos do que poderia. Um estudo feito em 2011 pela Universidade de West Virginia, nos Estados Unidos, colocou o Brasil em 44o lugar em eficiência do gasto público, entre 59 países pobres e em desenvolvimento (Argentina, Indonésia e México lideraram o ranking). Entre os grandes países desenvolvidos, chamam a atenção os exemplos da Alemanha e da Noruega, que têm nível de gasto público similar ao do Brasil – com uma qualidade de serviços incomparavelmente melhor – e se esforçam para impedir que ele cresça. Na pesquisa feita em West Virginia, o governo norueguês ficou em 1o lugar e o alemão em 8o, em eficiência de gastos, entre 24 países ricos.
Mesmo com esses indicadores, há quem ache que o Brasil é um exemplo de administração pública. Isso ocorre em parte por causa da crise global, que deteriorou as contas públicas de quase todos os países relevantes. No cenário internacional, o Brasil passou a parecer melhor, sem precisar fazer força. A dívida pública e o gasto governamental, próximos de 60% e 20% do PIB, respectivamente, inspiram inveja em outros governantes e são apresentados como benignos pelos nossos.
A mensagem

Para você
Nenhum governo fará mágica. O país só crescerá com reformas estruturais

Para o governo
Para acelerar o crescimento, há várias frentes de trabalho melhores que lançar pacotes de ocasião 
Quando se examina o caso de perto, no entanto, a falácia do modelo fica evidente. O Brasil tem um problema peculiar: o governo pede dinheiro emprestado continuamente (isso ocorre em todos os países) e, ao fazer isso, paga ao mercado os juros mais altos do mundo (isso ocorre só por aqui). Se gastasse menos, diminuiria a pressão de alta nos juros. “O governo não demonstra disposição em resolver essas coisas porque sabe que fazer reforma consome capital político, e os resultados não aparecem no curto prazo”, diz Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e consultor da Tendências.
Em português claro: cortar gastos desnecessários desagradaria ao Congresso, algo que poderia ser fatal num país com o sistema de governo brasileiro, onde a adesão dos deputados é mendigada voto a voto mediante emendas. “No caso específico do ‘pibinho’ de 2011, debito o resultado aos excessos de 2010, que foi um ano eleitoral. Só no fim do ano, após a eleição, o governo foi tirar os estímulos criados para enfrentar a crise de 2008. Aí, desequilibrou”, diz Loyola. Por gastar muito e com pouca eficiência, o governo avança no bolso dos cidadãos e das empresas, o que nos leva ao desafio seguinte.
CORTAR E SIMPLIFICAR OS IMPOSTOS 
O cidadão brasileiro está certo ao estranhar como ele pode trabalhar tanto e o país crescer tão pouco. Parte da mágica do sumiço da riqueza ocorre porque 24% do que se produz no Brasil vai para o governo federal e 11% para os governos estaduais e municipais, na forma de tributos. Esse nível de impostos de 35% do PIB só encontra paralelo em países desenvolvidos – onde, como todos sabem, a qualidade dos serviços públicos é infintamente melhor que no Brasil. Mesmo esses países percebem que o sistema precisa se tornar mais inteligente (e não apenas mais eficiente na cobrança, como ocorre no Brasil). Um bom sistema de impostos não incentiva algumas atividades econômicas em detrimento de outras – como faz o Brasil, a pretexto de criar uma “política industrial” –, nem consome esforço demais para seu cumprimento. O Canadá vem mostrando empenho notável nesse campo, desde antes da crise. Lá, na última década, caiu a carga de impostos para pequenas empresas e para famílias. Entre os casais com dois filhos e renda próxima da média nacional, o corte foi de 18% para 13% do ganho anual. “As causas da perda de competitividade do Brasil são bem conhecidas: têm muito a ver com excesso de tributos, péssima infraestrutura, energia cara e falta de mão de obra”, diz o economista José Roberto Mendonça de Barros, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e diretor da MB Associados. “O que me frustra é que não vejo políticas adequadas sendo desenvolvidas para resolver os problemas. O curto prazo e o resultado do PIB no ano é que têm comandado as decisões econômicas.” (Leia mais sobre os problemas e as soluções para a indústria brasileira.) O acúmulo de impostos, regras e dificuldades nos leva ao quarto grande desafio para destravar o crescimento. 
BEM GASTO Estudante usa o computador em escola em Berlim.  A Alemanha busca  o máximo de eficiência no gasto público (Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)
MELHORAR O AMBIENTE DE NEGÓCIOS Para crescer, um país precisa que parte de seus cidadãos considere mais vantajoso abrir um negócio próprio do que procurar emprego ou prestar concurso público. Também é importante que as companhias já existentes, nacionais e estrangeiras, consigam prestar mais atenção aos negócios e aos clientes do que às mudanças de regras, normas, alíquotas e entidades fiscalizadoras. Por fim, o cidadão precisa conseguir fechar rapidamente um negócio que não deu certo, a fim de partir para seu projeto seguinte. Nada disso ocorre no Brasil. Tempo, dinheiro e energia que deveriam ser dedicados a criar estratégias, produtos e serviços acabam drenados por exigências burocráticas, juros altos, burocracia e falta de funcionários com boa formação.
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No ranking internacional Doing Business (Fazendo Negócios), uma avaliação do ambiente em que as empresas precisam trabalhar, o Brasil não mostra avanço consistente. Em alguns quesitos, conseguimos melhorar. Mas os números sempre servem de alerta. O número médio de dias necessários para abrir uma empresa no país caiu de 152 para 119, desde 2006. No mesmo período, o México reduziu esse tempo de 58 para nove, um dos cortes mais impressionantes no mundo. É o tipo de reforma que não consome dinheiro do governo e traz retorno seguro na forma de impostos. “O aumento do papel do Estado no investimento não afetou nem vai afetar essa situação (de baixo crescimento)”, diz o economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e diretor da empresa de investimentos Rio Bravo. “Pouco foi feito para melhorar o ambiente de negócios e para fomentar o setor privado. Políticas ‘verticais’ (para setores específicos) não substituem a ausência de reformas que alcançam a todos.”
Enquanto esses desafios não forem enfrentados, o país continuará crescendo de forma errática, oscilando entre a euforia de alguns anos bons e a decepção com os anos seguintes. Com as reformas pendentes, a economia não ganha o impulso necessário e precisa ser empurrada aos trancos por pacotes de ocasião do governo – bons, às vezes, para decidir uma eleição, mas ineficazes para colocar o país, a longo prazo, no rumo que todos desejamos.

Avião de pequeno porte sai da pista no momento do pouso em BH


Um avião de pequeno porte saiu da pista no momento da decolagem neste sábado (26) no Aeroporto Carlos Prates, na Região Noroeste de Belo Horizonte. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as informações iniciais é que o piloto não ficou ferido.  (Foto: Pedro Triginelli / G1)Avião caiu no barronco durante o pouso. (Foto: Pedro Triginelli 
Um avião de pequeno porte saiu da pista e caiu em um barranco no momento do pouso neste sábado (26) no Aeroporto Carlos Prates, na Região Noroeste de Belo Horizonte. De acordo com o Corpo de Bombeiros, apneas o piloto estava na aeronave e não ficou ferido.

(Correção: ao ser publicada, a reportagem informou que o acidente havia acontecido durante a decolagem. O erro foi corrigido às 10h40.)

De acordo com a assessoria de imprensa da Infraero, o monomotor pertence a uma escola de aviação e saiu do Aeroporto da Pampulha. O acidente vai ser investigado.

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